Isto contrasta com o conceito de áreas funcionais separadas, semelhantes a silos, dentro das cidades. É certo que existem zonas, como as zonas de restaurantes ou bares, onde as pessoas podem socializar. No entanto, há uma falta de ligação e de relação com a vizinhança. Devido a esta separação local de diferentes funções, dificilmente se pode desenvolver um verdadeiro bairro. Apesar da aparente sociabilidade, isto também pode resultar num certo grau de isolamento. A cidade do futuro, como Sim também designa a cidade suave, contraria esta situação. Tenta criar bairros densos e de pequena escala. A proximidade humana é criada nestes bairros através da variedade de actividades quotidianas oferecidas. Compras, trabalho, jardim de infância, escola e lazer: numa Soft City, os centros quotidianos como estes não estão a mais do que alguns minutos a pé do local onde as pessoas vivem. Isto promove um sentimento de vizinhança no bairro.
Se quiser saber mais sobre as soft cities: David Sim escreveu um livro chamado „Soft City: Building Density for Everyday Life„.
O livro „Is Landscape…?“ coloca a questão central „O que é a paisagem?“. Pode ler a crítica aqui.