Para a arquitetura, isto significa uma mudança que é mais silenciosa do que parece. É menos sobre o edifício individual e mais sobre a estrutura. Menos sobre o objeto e mais sobre a interação. A cidade verde não é um estilo. É uma atitude. Uma atitude que aceita que a qualidade de ponta nem sempre tem de estar no centro das atenções para ser eficaz.
Nesta edição, abordamos deliberadamente este tema com um espírito aberto. Não porque todas as respostas já estejam claras, mas porque as perguntas certas só agora estão a começar a ser feitas. A cidade verde não é um projeto acabado. É um processo. E como qualquer bom processo, prospera se for levado a sério e não for declarado completo demasiado cedo.
Desejo-vos uma leitura inspiradora e talvez uma ou duas novas perspectivas sobre o que está a crescer sobre, à volta e entre os edifícios.
Com os melhores cumprimentos,
Tobias Hager
Editor-chefe
t.hager@georg-media.de