Um folheto como sinal
Caros leitores,
Há alturas em que lemos uma revista e nos apercebemos de que algo está a acontecer aqui que é maior do que a própria revista. Foi exatamente essa a sensação que tive com este número. Não porque os textos sejam particularmente ruidosos. Mas porque – pelo contrário – pensam na mesma direção com uma unidade espantosa. Sem acordo. Sem uma agenda comum. E é precisamente por isso que são tão convincentes.

