O pedido de autorização de emergência para o azoto gerado in situ está a ser preparado – resultados esperados em cerca de seis meses
O azoto gerado in situ pode ainda não ser utilizado para proteger o património cultural da Alemanha. Mas há esperança – para o final deste ano. Até lá, o pedido de relegalização do processo poderá ter sido recebido e processado pela „Agência Federal para os Produtos Químicos, Divisão 5 do Instituto Federal para a Segurança e Saúde no Trabalho“.
Carsten Bloch, funcionário da Agência Federal, espera que a Fundação do Património Cultural Prussiano apresente o pedido à sua autoridade nos próximos dois ou três meses. Está a dialogar com os candidatos, diz Bloch. Dado que o processo de candidatura é extenso e complicado, foi contratada uma empresa de consultoria para preparar a candidatura. A empresa de consultoria é financiada com fundos do Ministro de Estado da Cultura e dos Media. A GAB Consulting GmbH, de Heidelberg, é especializada em pedidos de autorização para produtos biocidas, diz Carsten Bloch, cuja autoridade examinará o pedido e poderá aprovar uma autorização de emergência se a decisão for positiva. A decisão será tomada num prazo de dois a três meses. Carsten Bloch justifica este facto com os extensos documentos de candidatura com cerca de 500 páginas.
A autorização de emergência permitirá a produção in situ de azoto. No entanto, esta autorização só é válida até 2024, altura em que deve ser apresentado e aprovado o pedido de „inclusão no Anexo 1“. Este pedido quase idêntico deixará então de ser decidido por uma autoridade alemã e passará a ser decidido por todos os Estados-Membros da UE. Há muito para discutir sobre os biocidas na União Europeia em geral. Os representantes de todos os países da UE passam vários dias a discutir os biocidas quatro vezes por ano.
Carsten Bloch espera que a autorização de emergência seja possível e também a subsequente inclusão no „Anexo 1“. Isto autorizaria o processo de produção de nitrogénio durante os próximos dez anos e poderia ser prolongado.
Sugestão: Pode ler uma entrevista detalhada com Carsten Bloch, funcionário do Centro Federal de Produtos Químicos do Instituto Federal de Segurança e Saúde no Trabalho, sobre o processo de azoto no RESTAURO 6/2020.

